Queria falar de um ano novo cristão e das promessas que, políticas, sempre esquecemos de colocar em prática. Mas não foi possível. Simplesmente resolvi lembrar que tenho alguma massa cefálica (escondida, é claro) e peço licença ao leitor acostumado com a minha falta de educação: vou falar de Gran Torino.
Escrever um comentário (0 Comentário)





CineCrítica


